Uma pausa nos posts nerds para lembrar da infância off-line.
Clique na imagem para acessar o site.
Fonte: Flickzzz
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Lendo o NetoCury lembrei de um viral que recebi ano passado (segundo o oráculo o texto é mais antigo).
O texto chama-se: Nomes de bairros do Rio de Janeiro em inglês.
Tenho testado vários programas e plugins para enviar fotos pro Flickr, onde hospedo boa parte das imagens que utilizo neste e no outro blog (direitodigital.blog.br). Esta semana estou testando o Postr, um flickr uploader, disponível nos repositórios do Ubuntu na versão 0.7 mas vale a pena instalar a 0.9.
O programa me supreendeu pela facilidade de utilização. Ele permite atribuir às imagens, localmente, tags, album, título e descrição, o que dispensa a abertura de uma página por foto para atribuir as mesmas informações como faz o F-spot. Enviou, tá pronto.
Escrito em python, é pequeno e fácil de instalar.
Para instalar a versão 0.7, que está nos repositórios do Ubuntu, basta procurar o pacote postr no Synaptic e marcar para instalação. Os usuários do Gusty Gibbon podem clicar aqui.
A versão 0.9 ainda não possui pacote .deb mas pode ser facilmente instalada pela linha de comando abaixo (Atenção, o último passo vai requer senha) :
cd /tmp/ && wget -c http://burtonini.com/computing/postr-0.10.tar.gz && tar -zxvf postr-0.10.tar.gz && cd postr-0.10 && sudo python setup.py install
Tão logo o Ubuntu Gusty foi lançado eu, muito empolgado, corri para testar vários programa de gerenciamento de celular via bluetooth pois não tenho os cabos da nokia. Queimeia língua ao postar que tava “fodássstico” (pensem no Galvão pronunciando a palavra). Não está tão bom assim, mas já é melhor do que o anterior.
Primeira vantagem é o funcionamento out-of-the-box do bluetooth. Instalei o sistema com meu usb-bluetooth plugado e foi completamente reconhecido, não sendo necessário nenhuma configuração para que o pc e o celular se reconhececem. Mas nem tudo são flores nesta área também, foi necessário instalar o pacote gnome-bluetooth para ter habilitada a função “enviar para bluetooth” do nautilus. Nada que um clique aqui para instalar não resolva. (não entendeu porque um clique pode instalar um programa? Leia este post do meu amigo Cypherbios).
Não faço a menor idéia de quais pacotes são necessários para reconehcer o bluetooth passada a instalação o sistema,ha muito venho pesquisando e nunca cheguei a uma conclusão, assim, recomendo fortemente que você leitor tome o cuidado de instalar o Ubuntu 7.10 com o bluetooth ativado. Vejamos a tela de pareamento das propriedades do bluetooth:

Clicando com o botão direito sobre o símbolo de bluetooth que está no painel superior você acessará a tela de configuração abaixo:

As opções de configuração são todas auto-explicativas. Defina seu celular como de confiança. Atente para a última aba “Geral”, por segurança recomendo não marcar a primeira opção “Autorização Automática”. Ainda não testei meu phone bluetooth mas acredito que com a configuração “Audio Service” presente na aba “Serviços” seja possívle utilizar o skype ou outro programa de voip/música.
Acessando dados do seu celular com Wammu!
O programa ainda precisa evoluir muito na usabilidade mas todas as funções estão lá.
Instale o pacote wammu. Abra o programa indo no menu Aplicações > Acessórios > Wammu. Com o programa aberto vá no menu Telefone > Conectar. Se você definiu seu celular como confiável (vide tela acima) o programa vai conectar automaticamente. Para pegar as informações do seu aparelho acesse a informação desejada no menu interno Buscar.

Pronto, você está acessando o calendário:

O que eu ainda consegui fazer:
* Backup dos dados;
Para visualizar os arquivos do celular usei o programa gMobileMedia que não está nos repositórios. Pegue uma cópia aqui.

Antes do Ubuntu Gusty não era possível sequer instalar todos estes programas sem uma mudança completa da estrutura do Gnome e muitas horas de comandos no terminal. Muita coisa melhorou porém existe muito a ser feito. Se você leitor conhece outro software ou meio de configurar estes avise nos comentários. Tão logo tenha tempo lançarei estas informações na /GerenciandoCelular.
Desde o lançamento do Gnome 2.20.0 a disputa dos programas tocadores de música pela preferênciados usuários ganhou novo fôlego. Isto porque agora é possível alterar o tocador padrão do sistema. A alteração é feita na aba “Multimídia” do menu Sistema > Preferências > Aplicações Preferenciais. Dá pra alterar outras configuraçõespor este menu como sugere a wikipage /ModificandoAplicacoesPreferenciais.
Particularmente tenho acompanhado a evolução de dois programas: Rhythmbox e Banshee. Ambos mantém seu ciclo de desenvolvimento muito ligados ao do Gnome.
Por diversas vezes expressei aqui o meu agrado pelo Rhythmbox, não por ser o único que aceitava as teclas de atalho do meu teclado multimídia mas porque, além de aceitar as teclas, tem uma função que aprecio muito num player: podcast. Infelizmente ele não tem uma função de backup dos feeds, o que na minha concepção é básico. O inconveniente da falta de backup out-of-the-box é facilmente superável, basta fazer uma cópia de segurança da pasta oculta ~/.gnome2/rhythmbox. Um ponto positivo do rhutyhmbox são os plugins que dão acesso direto ao acervo dos sites de música Jamendo e Magnatune. Estes sites, que também são lojas virtuais, tem uma política interessante “você pode ouvir tudo e escolher quanto quer pagar“. Infelizmente os constantes travamentos ao baixar os arquivos de audio podcast me estimularam a buscar outro player.

A convite do OgMaciel esperimentei o banshee pela primeira vez no Ubuntu Edgy mas acabei desistindo porque detesto usar o mouse para gerenciar as músicas. Tentei novamente no Foresight Linux (1.2) via Vmware, gostei mas ainda estava muito pesado. A alguns dias voltei a usar o Banshee. Este que já foi um player “tijolão” me surpreendeu pela leveza e simplicidade. O gerenciamento de podcast é muito superior ao Rhythmbox, tanto na inclusão de novos quanto na manutenção dos atuais. As rádios on-line pré-cadastradas também são um show a parte. Mas o que me agradou mesmo foi a leveza. Os atos de maximizar , minimizar ou navegar pelo programa não dão sinais que algo esteja sendo executado no pc, realmente impressionante o trabalho dos desenvolvedores. A comparação é inevitável, o Rhythmbox quase trava a máquina quando executo as funções mais básicas e estamos falando aqui de um celerom 2.6 com 512 de RAM.
Por fim, e está posição é merecida, o Gpodder. É disparado o melhor gerenciador de podcasts que já vi, não só por conseguir baixar multiplos arquivos de um mesmo feed como por ter backup das assinaturas em arquivo OPML. Mas as vantagens acabam aí, ele não tem player interno e depende do player padrão do sistema. Tentei casa-lo com o decibel sem suecesso.
Eis as minhas considerações sobre os players mais utilizados no mundo Gnome (na minha opinião). Se você leitor acabou de instalar o Ubuntu 7.10 ou estava a caça de um player para ouvir programas podcast sugiro ir de Banshee, principalmente se tiveres uma máquina sem muito poder, como a minha, ou se estiveres buscando um player sem muitas frescuras.
Ainda na empolgação do lançamento do Gusty, instalei a nova versão em 2 máquinas do escritório e na sequência configurei as HPs 1320 (LaserJet) e 3055 (LaserJet Multi função).
A HP 1320, que está instalada no windows, deu um pouco mais de trabalho, uns 5 clique a mais no máximo. A inovação ficou por conta da visão gráfica do rastreamento de impressoras compartilhadas na rede. Confira na imagem abaixo:
Já era fácil instalar uma impressora mas o scanner me surpreendeu.
Antes o bastava solicitar a instalação de uma impressora de rede que o sistema captava todas as informações e a você ficava o papel de clicar no botão “continuar”, no entanto este procedimento não instalava o driver do scanner. Assim, para configurar o scanner era necessário usar alguns comandos de terminal descritos na wiki /HpAllInOne (em inglês) .
Saiba agora porque tudo mudou no Gusty Gibbon.
O gerenciador de impressora (menu Sistema > Administração > Impressão) detecta e configura todas as funções da multifuncional, inclusive o scanner.
E o que isto tem de fenomenal? A HP 3055 é uma “All in one” de rede e para ser utilizada necessita ser configurada em cada máquina. No ubuntu, (com uma máquina lerda e completa falta de atenção), leva-se 30 segundos pra executar os exaustivos passos “next, next, finish”. Já no Windows…requer um CD de drivers fornecido pela HP, uma reinicialização do sistema e mais uns 15 minutos (se a máquina for boa) para instalar drivers e software de digitalização.
Tá, o ubuntu ainda não sugere um software de digitalização decente na instalação do scanner e o XSane é péssimo em termos de usabilidade (Experiência de quem digitalizou 300 dossiês).
A dica deste post fica por conta do Gscan2PDF. O nome ja diz tudo. Organize e exporte facilmente seus documentos para PDF. A dica de manipulação de PDF (Separar, unir ou mesclar) será publicada no DireitoDigital.blog.br
Instalando a última versão:
Usuário do gusty (7.10) clica aqui (não estranhe, este comando vai adicionar temporariamente o repositório do programa e instalar a última versão).
Usuários de versões mais antigas do Ubuntu podem usar o pacote disponível dos repositórios ou adicionar o repositório do programa e instalar a versão mais atual por linha de comando:
gpg –keyserver www.keyserver.net –recv-keys 4DD7CC93 && gpg –export –armor 4DD7CC93 | sudo apt-key add – && echo “deb http://gscan2pdf.sourceforge.net/download/debian binary/” | sudo tee -a /etc/apt/sources.list && sudo apt-get update && apt-get install gscan2pdf
Graficamente também é possível, de posse da linha abaixo siga as instruções da wiki /AdicionandoRepositorios.
deb http://gscan2pdf.sourceforge.net/download/debian binary/
[techtags: TAGS, SEPARATED, BY, COMMAS]
Para piorar a situação o downgrade tem de ser feito na mão toda vez que você (eu) acessa (o) o Gmail. Pé no saco!
Se em pouco tempo não disponibilizarem uma opção “eu não quero esta joça” começarei a buscar outro webmail .